terça-feira, 11 de setembro de 2012

Filme francês: INTOCÁVEIS

Ontem, segunda-feira (10.09), fui ao cinema com meu marido assistir ao filme francês INTOCÁVEIS, com François Cluzet e Omar Sy. 

O filme é baseado em uma história real e alcançou a segunda maior bilheteria da história do cinema francês. Um aristocrata tetraplégico contrata como seu ajudante um negro problemático, meio delinquente.

Justamente por ser baseado em uma história real, o filme impressiona e emociona. Acima de tudo, faz jus à frase "Deus escreve certo por linhas tortas". Nesse caso, linhas tortíssimas.

E mostra que Deus sabe mais. Além do que o ser humano consegue enxergar como possível, Ele, que tudo vê e tudo conhece, articula as coisas de forma tão perfeita que extasia. Mesmo aqueles que se dizem ateus não podem assistir a essa película sem se questionar sobre a existência de uma providência Divina. 

INTOCÁVEIS: um dos melhores filmes a que assisti nesses últimos 5 anos.

domingo, 9 de setembro de 2012

Faz tempo...

Faz tempo que não venho por aqui. Estou longe de casa e parece que, com essa reforma, minha vida anda suspensa pela metade. Toda vez que penso em fazer alguma coisa, lembro que o que eu precisava para realizar aquilo está "lá em casa". 

Assim, pretendia voltar a pedalar, mas a bicicleta está lá em casa. Pensei em aproveitar a ida de um casal de amigos pros EUA pra enviar por eles uma foto num porta-retrato para outro casal de amigos queridos que mora por lá, mas a foto está em algum lugar lá em casa. Viajei pra Curitiba e pensei em levar meu sobretudo por conta do frio, mas ele estava guardado num armário impossível de abrir num quarto lá em casa. Quero voltar pra academia, que fica lá perto de casa. E assim vou levando.

Chato isso. Estamos bem instalados, confortáveis, mas, mesmo assim, saudade danada do nosso canto.

Pior é que o pedreiro atrasou a obra  mais do que devia. Enrolou-se com grana e a coisa tá andando a passos de tartaruga paraplégica. Tome paciência. Só rezando muito, viu!

Enfim, vou voltar a escrever somente quando voltar pra casa. Acho que, se tudo der certo e Deus ajudar, lá pra segunda semana de outubro a gente consegue voltar. Espero que eu esteja certa. Não tá dando mais pra ter paciência. Até porque não falta muito serviço grosso. O mais difícil, que era o telhado, já acabou. Agora, é terminar de por a cerâmica na sala e no terraço, pintura e os acabamentos do espaço gourmet que construímos. Está ficando tudo muito bom. 

Mas voltei aqui pra postar os últimos três livros que li nestas duas últimas semanas (é... devorei). Quero manter um histórico do que li, pra ver a média de livros lidos por ano.  

Não terminei anda Game of Thrones I. Estava na metade e parei. Difícil ler um livro tão grosso quando você já sabe a história toda porque assistiu à série. Embora seja um livro maravilhoso, o fato de conhecer como a história vai terminar tira um pouco do tesão da leitura. E, como já escrevi no post anterior a este, as duas temporadas da série foram muito fiéis - até agora - ao livro. 

O fato é que nestas duas últimas estressantes semanas - no trabalho, a barra tá difícil - li três livrinhos muito bons. Daqueles pra relaxar. Vamos a eles:

1) DARKEST FEAR, de Harlan Coben: já falei aqui que adoro esse autor. Os livros deles são de mistério, envolvendo crimes e investigações. Prende totalmente nossa atenção a cada página. Neste, mais um mistério para o detetive Myron Bolitar - vários livros do Harlan Coben tem o Myron como personagem.  Sem saco pra dar detalhes do livro agora, mas gostei demais.

2) WHISTLING IN THE DARK, de Lesley Kagen: também gostei muito. O livro é escrito em primeira pessoa, uma garotinha de 10 anos, e isso me fez lembrar muito o clássico de 1960 TO KILL A MOCKINGBIRD (O SOL NASCE PARA TODOS), de Harper Lee. Mas a temática é muito diferente. O livro de Harper Lee tornou-se um dos maiores clássicos da literatura norte-americana e aborda a questão racial - foi escrito a partir de memórias da família da própria autora -, e este trata de crimes cometidos por um pedófilo na cidade de Milwaukee, estado de Wisconsin, EUA. Mas é um livro também muito bom de ler e proporciona boas horas de distração.

3) THE GOOD GUY, de Dean Koontz: livrinho bom, leve, mas sem grande apelo. Mas eu precisava de algo assim para relaxar da rotina pesada do trabalho. Li neste final de semana. Comecei na quinta-feira (06.09) e terminei ontem, sábado (08.09). Devorei-o, mas foi uma forma de me desligar do mundo real um pouquinho. E consegui. Nessas horas de imersão, esqueço tudo ao meu redor. Meu marido olha pra mim e diz: "o livro tá bom, né?". O legal é que, como sabe que preciso desses momentos, ele não enche meu saco e me deixa na minha - amo esse cara. 

Pois é... só devo voltar aqui lá por outubro, depois que voltar pra casa.