sábado, 23 de novembro de 2013

Livros que li nesses últimos meses

Faz tanto tempo que não venho aqui. Hoje, apareci para postar alguns dos livros que li nos últimos meses. Só para não perder o registro. Dois livros bobinhos, para passar o tempo, e um livro histórico sobre nazismo que simplesmente adorei. Não vou falar sobre eles agora porque estou sem saco. E confesso que não lembro todos que li durante o tempo em que estive ausente daqui, sem postar. Li livros em papel e no kindle. Os do kindle são fáceis de lembrar, pois basta consultar minha biblioteca da nuvem da amazon. Mas os de papel eu já não lembro. Paciência. Vou postar três aqui e, se lembrar de algum outro depois, volto e atualizo o post. 

Atualmente, lendo três livros de uma vez. Depois, quando tiver tempo, virei aqui falar com calma sobre eles. 

Seguem os que lembro ter lido nos últimos meses. O tempo tem sido escasso. Trabalhando muito, correndo demais - como sempre, blá-blá-blá. Quando chego em casa, tento ler um pouco depois de fazer tudo que tenho pra fazer, mas já estou tão cansada que o sono não me deixa concentrar-me no texto. Acabo desistindo. Fico um pouco frustrada porque os livros que tenho lido são bons. Mas, paciência... fazer o quê? Adianta lutar contra o cansaço e o sono? Eu nem tento. Entrego-me totalmente.

Então, os primeiros livros são um romance e um thriller. O primeiro, THE LIGHT BETWEEN OCEANS é muito bonzinho. História muito legal. 

O segundo, de Dean Koontz, THE HUSBAND, é "legalzinho". Nada de muito interessante. Passatempo pra quem não está a fim de ocupar a cabeça com nada muito profundo. Só isso. 

Mas o terceiro, sobre nazismo, é MUITO BOM! Devorei-o. Adoro o assunto e li em poucos dias. É um dos doze que comprei quando fui aos EUA há dois anos. Preferi comprá-los em papel porque há mapas e fotos em todos eles e no kindle essas imagens não ficam boas.

Bom... é isso. Estou com muito sono agora. Vou indo. Bom escrever aqui novamente.



Herança genética


O interessante em ter filhos naturais é enxergar neles características suas. Às vezes, me pego rindo sozinha quando olho pro dedão do pé da minha filha mais velha e percebo que é igualzinho ao meu: largo e gordinho. E o nariz? Característico das duas gerações anteriores a ela, pois eu e minha mãe o temos igualmente arrebitado. É sensível e chorona como o pai. Puxou também o espírito meio estressado dele; um traço de pisciana no espírito livre de uma sagitariana. Mas polêmica como a mãe quando se mete numa briga.

Minha filha mais nova é durona como eu. Quando quer, sabe ser turrona. Tente convencê-la a fazer algo que não quer. Não tem jeito! E herdou o meu desligamento, coitada. É fora da tomada como eu. Por isso que nem me estresso com os esquecimentos. Mas nem tudo é herança ruim: somos parecidas também no bom-humor. Ela está sempre bem, acorda rindo todos os dias, não sabe o que é acordar atravessada. Para tirá-la do sério, haja esforço. Precisa pisar feio na bola. Eu também sou assim, embora um pouco mais agitada que ela.

Há alguns anos, hospedada em casa de meu pai, sentei-me à mesa com ele para jantar. Ele numa ponta e eu na outra. Quando olhei pra frente, parecíamos o espelho um do outro: ele com um dos pés em cima da cadeira, assim como eu. Eu sempre sento assim quando estou em casa à vontade. Coincidência? Sei lá. Mas chamei a atenção para aquilo e rimos juntos.

Herança genética é uma coisa engraçada de se observar.